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Joana Pereira

Fábia Rebordão

Joana Pereira, 25 anos

Sou da Amadora, o meu pai é de cabo verde e a minha mãe é do Minho. Podem imaginar a mistura! São os melhores pais e faço tudo por eles. Sempre me apoiaram e estão lá sempre por mim.

Eu, sempre fui grande. Já na escola toda a gente me chamava “Gorila” e não era por causa das pastilhas. Sempre fui a maior da turma. A minha mãe diz que nasci com mais de 4 quilos. Grande bisarma! Por causa disso, tive uma vida facilitada. Os bullies preferiam ser meus amigos, a meterem-se comigo.

E quando arriscavam, nariz partido. É a minha especialidade. Nada pára um tipo mais depressa que um golpe de baixo para cima na ponta do nariz. Até vêem estrelas. Agora tenho de ter mais cuidado para não matar um, sem querer. Isso ia ser mau.

Pode parecer estranho, mas não sou de confusões. A verdade é que até já fiz a escola de polícia, mas chumbei nos exames teóricos. Precisava de trabalhar e entrei para uma empresa de segurança.

Gosto de boxe e luto num clube amador. Gostava de um dia lutar em Las Vegas, conhecer a Ronda Rousey e ser famosa, mas isso é só um sonho.

Já conhecia o clube do senhor Leão de ouvir falar. Quando cá cheguei, conversei com o senhor Viana e ele foi muito claro comigo. Estava ali para arrumar carros e manter a ordem à porta. O resto era com ele. E é isso que eu faço.

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